Coala Festival anuncia a programação da edição 2018

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Foto: I Hate Flash

Para comemorar os seus cincos anos, evento dobra de tamanho e passa a ter dois dias de programação no Memorial da América Latina

Desde que surgiu, em 2014, o Coala Festival se mantém firme na proposta de celebrar a música brasileira com nomes que se destacam na cena contemporânea. Em 2018, não poderia ser diferente. Para comemorar os seus cinco anos de existência, o festival prepara uma edição especial e passa a ter dois dias de evento. Marcado para 1 e 2 de setembro, o Coala Festival ocorre mais uma vez no Memorial da América Latina (Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo).

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Rubel lança clipe e transforma sobrinho em videogame

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“BEN”, a música doce e cheia de conselhos escritos para o sobrinho de Rubel, acaba de ganhar clipe, feito em animação. “Quando ele nasceu, quis escrever uma espécie de carta de boas vindas ao mundo. A carta acabou virando essa música”, explica o cantautor. Continuar lendo “Rubel lança clipe e transforma sobrinho em videogame”

Rubel se despede de disco e dá entrevista para o NMP

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Foto: Aline Paz

Auditório Ibirapuera foi palco para o último show da tunê “Adeus, Pearl” em São Paulo

Após três anos do lançamento oficial de “Pearl”, primeiro disco da carreira, Rubel decidiu comemorar o encerramento de um ciclo. A turnê “Valeu, Pearl já passou por Ubá, Juiz de Fora, Viçosa, Volta Redonda e no sábado, 04 de novembro, foi a vez de São Paulo ouvir pela última vez o álbum na íntegra. A noite foi pra lá de disputada: os ingressos esgotaram em poucas horas e tinha até leilão na internet realizado por pessoas que compraram e não poderiam ir.

Cheguei ao Auditório Ibirapuera pouco antes das 21h e dava para sentir a excitação do público. Rubel teve sua entrada ovacionada. Tímido, mas muito simpático, sentou e logo pegou seu violão. Acompanhado de Antonio Guerra (teclado, acordeom e piano), Bubu (trompete), Pablo Arruda (baixo acústico) e Pedro Fonte (bateria), a noite foi inciada com “O Velho e O Mar”, seguida de “Mascarados” e “Pearl”.

Antes de tocar a canção que estourou no Youtube, o artista contou uma história ao público. Sempre que alguém perguntava para quem era a “Quando Bate Aquela Saudade”, ele desconversa ou dizia que era algo abstrato. Porém, ele disse que em uma viagem internacional, falava com um amor da época através do Skype. E a letra lhe veio inteira. “Fiquei com vontade de dizer ‘eu te amo. Que eu te amo demais’, por mais que isso seja brega. Mas não tinha problema, eu estava em outro continente, poderia ser brega e ninguém iria entender”, revelou. A história acabou com um pé na bunda, fato que fez o carioca perguntar ao público se valia a pena escancarar nossos sentimentos, declarar o amor e se jogar nas relações. “Eu não sei”, dizia ele e emendou com a melodia fofíssima da canção que encadeou esses questionamentos.

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Fim de semana agitado na cidade da garoa

1478267180682430.PNGPalavras Esquecidas – O Evangelho Segundo Tomé  é baseado no texto do Evangelho Segundo Tomé (Século II). Diferente dos demais evangelhos, este texto apócrifo (que não está na Bíblia) não narra a vida de Jesus, mas traz uma coletânea de dizeres que teriam sido por ele pronunciados. A peça mostra o apóstolo Tomé no instante em que se depara com estas palavras. Perplexo, atônito e atormentado pelo conteúdo, transmite, intuitivamente, com a sua voz e com o seu corpo, estes dizeres. Estrelado por Antonio Interlandi – ator, bailarino e cantor radicado na França – a montagem tem a participação da atriz portuguesa Maria de Medeiros em uma locução que abre o espetáculo. A peça está em cartaz até o dia 9 de dezembro, quintas e sextas-feiras, às 21h, no Teatro Eva Herz, que fica dentro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista) e custa R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

IMG_6090.JPGBraza apresenta seu álbum homônimo no Tropical Butantã (Av. Valdemar Ferreira, 93 – Butantã), nesta sexta (04/11) com participação especial de Monkey Jhayam e abertura de Amanajé Sound System. Nicolas Christ (bateria), Vitor Isensee (teclados/voz) e Danilo Cutrim (guitarra/voz), veem da antiga Forfun, e nessa nova fase trazem um trabalho produzido por eles mesmos, que imprime a evolução artística natural dos músicos. O público poderá conferir a reunião das influências de reggae e rock, agora com uma pegada ainda mais forte de dub, ragga e rap. O show começa às 0h30 e o valor da entrada é R$ 50.

rubel_por-jonas-tucciVencedor do edital da Natura Musical, Rubel apresenta a turnê “Adeus, Pearl” para se despedir do seu primeiro e aclamado disco. Após três anos de lançamento, o carioca ainda colhe os frutos do boom que foi o hit “Quando Bate Aquela Saudade”. O show promete todas as canções do disco, além dos covers “Exotérico” (Gilberto Gil) e “Tocando em Frente” (Renato Teixeira), que garante o tom de nostalgia da noite de sábado (05/11) no Auditório do Ibirapuera, às 21h, por R$ 20. Rubel estará acompanhado pelos músicos Antonio Guerra (teclado), Gustavo Levy (guitarra), Pablo Arruda (baixoacústico), Pedro Fonte (bateria) e Valtecir Freitas (trompete).

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Cristino Wapichana | Créditos: Carolina Grohmann

Quem pensa que o Não Me Poupe não pensa nas crianças, está muito enganado. Esse final de semana, no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149) rola o Fim de Semana em Família com os povos Guarani, Munduruku, Pankararu, Tabajara, Wapichana e Xavante. O instituto convida o público a conviver e conhecer mais a música, a dança, as artes gráficas e as histórias de alguns dos povos indígenas do Brasil. A curadoria é de Daniel Munduruku, Cristina Floria, e Cristino Wapichana que assinam a programação com oficinas, espetáculos teatrais, exibição de filmes e contação de histórias. Neste primeiro final de semana, eles mostram, na prática, como se dá a relação entre brincadeira e aprendizado, e falam da importância da sabedoria ancestral para se vencer barreiras e preconceitos em sociedades com outro tipo de cultura. Cola lá a partir das 14h para brincar e aprender ao mesmo tempo.