O swing da multi-instrumentista Anna Tréa

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A multi-instrumentista paulista, Anna Tréa é um dos destaques da nova geração de mulheres cantoras no cenário brasileiro. Recém-lançado, o disco “Clareia” foi realizado pela própria artista, que compôs todas as faixas e tocou todos os instrumentos, dentre eles guitarra, percussão, percussão corporal além de efeitos de voz e declamações. Produzido por Swami Jr, o CD é fruto do edital “Somo Nozes” da Gargolândia, fazenda que hospeda o estúdio “Sol e lua”, gerenciado pelos incentivadores de novos artistas, Rafael Altério e Rita Altério.

As músicas da cantora têm fortes influências de ritmos brasileiros e entre outros pelo mundo, como o baião, samba, maracatu, blues, folk e groove americano. É esta mistura de ritmos que a cantora arrisca em chamar de Música Experimental Pop Brasileira, fortemente presente em suas canções e nos seus shows, que terão o acompanhamento do baterista e percussionista Kabé Pinheiro. Continuar lendo “O swing da multi-instrumentista Anna Tréa”

5 novos discos que você precisa ouvir!

Discos

Tá cansado de ouvir as mesmas músicas todos os dias, enquanto você faz aquele relatório chatíssimo para entregar para o seu chefe até a hora do almoço? Então, você não pode ficar de fora desse post. Com a propagação da internet, é muito fácil conhecer bandas e cantores novos, o próprio site Musicoteca sempre tem algo saindo do forno para mostrar para galera e o melhor: download free! A moda de compartilhar o disco entre os fãs, só traz benefícios para o artista e feliz daquele que faz isso. Afinal, toda vez que vou a um show e o vocalista fala: “Gente, nosso CD está disponível pra venda lá fora, mas se você estiver sem grana tem pra download no site”, dá muito mais vontade de comprar, só pelo fato do músico ter a pré-disposição de espalhar o seu trabalho.

Hoje vim indicar 5 discos que acabaram de sair do forno, para você dar uma variada musical na sua vida. Seleção brasileiríssima, até porque, com tanto talento aqui em nossa terra, é triste ver gente que não ouve nada nacional. Mas nunca é tarde, que tal começar agora?

Sábado, Cícero

Esse saiu do forno mesmo. Depois do sucesso de Canções de Apartamento lançado em meados de 2011, Cícero aposta em novas composições. O disco Sábado, foi lançado no último sábado (31) e já está disponível para download no site. Acho que nada vai se comparar ao primeiro trabalho dele, porque realmente foi uma bela estreia, mas é válido dizer que esse novo trabalho tem a mesma pegada e com as melodias que remetem muito ao Canções. Então, se você já gosta do estilo do rapaz e curte músicas mais calminhas, esse é o CD certo para baixar. O carioca, que anda sumido de São Paulo, ainda não disponibilizou agenda por aqui, mas boatos dizem que em novembro ele vem pro Sesc Pompeia.

Ouça: Frevo Por Acaso, Por Botafogo.

Você vai gostar se curte: SILVA, Los Hermanos, Phill Veras e Wado.

Toni Ferreira, Toni Ferreira

Conheci o Toni por conta do Pélico, pois em seu disco de estreia ele gravou Olha Só, música do compositor de Que Isso Fique Entre Nós. Logo me apaixonei pela voz harmoniosa de Toni Ferreira, que assim como muitos comentam, lembra muito a do falecido Cazuza. Lançado pela Universal Music, o disco chegou às prateleiras no finzinho de junho e foi produzido pelo próprio Pélico e Jesus Sanchez. A copilação de um trabalho fino e elegante.

Ouça: Olha Só e Leve.

Você vai gostar se curte: Léo Cavalcanti, Filipe Catto e Pélico.

Pra Mim Você É Lindo, Katia B

Ganhei o CD da Katia de uma produtora amiga e já pela capa me apaixonei. A carioca, que fez se apresentou no Auditório do Ibirapuera no último sábado (31), mistura a clássica MPB com umas pegadas bem psicodélicas. Tão bom quanto Só Deixo Meu Coração Na Mão de Quem Pode (2003), esse novo trabalho mostra uma Katia mais madura e certa do rumo que quer seguir: o do coração. A interpretação de Sete Mil Vezes de Caetano Veloso, é a cereja do bolo.

Ouça: Aprendendo A Viver Les Temps de L’amour.

Você vai gostar se curte: Céu, Bebel Gilberto e Tulipa Ruiz.

Pequenas Margaridas, Nana

Ela deu as caras em 2011 e com a demo Expressionismo Alemão, muito charme e um belo par de olhos azuis, já foi causa de grande furor no meio indie da música brazuca. Mas foi em 2013 que Nana conquistou os meus ouvidos ao lançar o Pequenas Margaridas que me propôs um misto de sentimentos e sensações. O nome desse novo trabalho foi inspirado no filme homônimo da diretora checa Vera Chytilovo. E o primeiro clipe já foi lançado: Montanha-russa mostra a ruivinha mais fofa do que nunca.

Ouça: Pequenas Margaridas e Montanha-russa.

Você vai gostar se curte: Tiê, Tulipa Ruiz e Lulina.

O Glorioso Retorno De Quem Nunca Esteve Aqui, Emicida.

Esse aqui dispensa apresentações, o que é novo na verdade, são os sons. Mas o atrevimento e a coragem de dar a cara à tapas de Emicida, ele carrega desde os primeiros raps. Depois da mais que polêmica com Dedo Na Ferida no ano passado, que aborda o assunto da desocupação da região do Pinheirinho (SP), ele vem ainda mais ousado. E não só as letras, o clipe de Crisântemo, que foi lançado antes do CD, traz cenas fortes que retratam a infância do rapper e participação de Dona Jacira, sua mãe. O disco conta ainda com a participação de Tulipa Ruiz, Pitty, Jussara Marçal, Wilson das Neves e MC Guime. Na última semana, a canção Trepadeira foi alvo de grande discussão nas redes sociais pelo movimento feminista.

Ouça: Hoje Cedo Samba Do Fim Do Mundo.

Você vai gostar se curte: Criolo, Rashid e Flora Matos.

Clarice Falcão leva a turnê Monomania para o Cine Joia

63537af8128411e39fda22000a1f8ae8_7Lá fora a temperatura ainda estava alta, mas Clarice Falcão subiu ao palco munida de capa, guarda-chuva e Eu Esqueci de Você, música que abre seu disco Monomania,  para começar o seu primeiro show do sábado (31) no Cine Joia. Os ingressos que iam de R$40 a R$80 tinham se esgotado uns dias atrás. Também pudera, a garota de apenas 23 anos é o grande fenômeno da internet, não apenas por sua voz doce e cara de anjo, mas por fazer parte do grupo de humoristas Porta dos FundosE foi só lá pela terceira música, que a cantora abandonou os apetrechos contra a chuva e exibiu um figurino romântico: blusa branca de renda e saia da mesma cor só que com babados.

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Apesar de demonstrar um pouco de timidez, a cantora espalhou sua fofura pelo público do Joia que acompanhou o repertório cantando fervorosamente, muitas vezes cobrindo sua voz suave. A apresentação seguiu com Macaé, De Todos Os Loucos do Mundo, Um Só e Qualquer Negócio. Antes de cantar a versão em português de Fred Astaire, a carioca explicou com humor o por que não tinha nenhum Fred na letra da música, justificando que quando a canção era em inglês, havia sim. Mas no meio da tradução, ela ficou com preguiça de colocá-lo ou mudar o nome da composição. Então, ficou assim mesmo.

No show, a moça dos olhos azuis cantou sem a companhia de SILVA  a fofa Eu Me Lembromas contou com a ajuda de Rico Vianna, seu primo. Por lá, passaram Austrália, música que ela compôs para o curta Laços (ainda não viu? Clica), que atuou quando tinha apenas 16 anos. Talvez, O Que Eu Bebi e A Gente Voltou estavam incluídas na apresentação, além de A Dona da História, música de João Falcão, roteirista e também seu pai. Essa É Para Você foi dedicada com carinho para Gregório Duvivier, ator e namorado de Falcão. Composta pelo próprio Gregório, a letra é uma brincadeira e ficou muito famosa em um dos episódios do Porta dos Fundos. 

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Os fãs na platéia estavam tão afiados, que até mesmo a canção Se Esse Bar que foi lançada no último dia 25 (e já tem 543.054 views), estava na ponta da língua e formou-se um grande e bonito coro. Antes de fechar o show com Oitavo Andar, Clarice fez questão de prestar seus agradecimentos ao grupo de humoristas em que trabalha: “O Porta dos Fundos me trouxe muitas coisas, mas a melhor foi a ameaça de processo do deputado Marcos Feliciano”. Isso porque ao lado de Rafael Infante, ela encenou um episódio do canal que fez piada com Deus. “Na minha religião, a coisa mais sagrada do mundo é as pessoas poderem se amar como elas quiserem. Então, acho que eu posso processar ele também”, completou a garota fazendo menção ao projeto de Feliciano, a polêmica Cura Gay.

Depois de um bis ensaiado com a platéia, mas que aconteceria de qualquer forma, a carioca voltou com sua banda para fazer a divertida Capitão Gancho e fechar o primeiro show com Monomania. Os artistas ainda se uniram para a clássica foto de despedida e deixaram o palco, após cerca de 60 minutos de apresentação, com uma verdadeira chuva de aplausos. E é isso que “eu me lembro” do sábado maravilhoso que eu tive e já aguardo ansiosamente por mais uma vinda da garota a São Paulo.

Não conhece o disco da cantora ainda? Lá no Rdio ele está disponível na íntegra, ouça.

Fotos: Instagram e Cine Joia.

Agradecimentos: Cine Joia e Agência Lema.

Lucas Santtana faz show por R$1 no Memorial da América Latina

Eu já tinha conferido um show dele durante a virada cultural e digo que foi uma das minhas apresentações favoritas daquelas 24 horas de música, mas como ainda não conhecia muitas músicas do rapaz, fiquei animada ao saber que Lucas Santtana estava de volta ao Brasil e faria um show por apenas R$1 no Memorial da América Latina. Venci o frio que fazia no sábado (17) aqui em São Paulo e após uma pequena passada no Sesc Pompéia para pegar um livro emprestado (depois falarei mais sobre isso aqui), parti pra Barra Funda.

1094555_634629203222006_1808319079_oDepois de passar por 21 cidades da Europa e por Buenos Aires, Lucas e sua banda estavam mais energéticos que nunca, todos de terno e óculos escuros, apesar de já passar das 9h da noite. Bruno Buarque, que já trabalhou com vários artistas e acompanha a cantora Céu, comandou um tipo de bateria eletrônica, que foi a origem dos efeitos psicodélicos que esteve presente em todo o repertório, como disse o próprio Lucas: “Bateria digital, efeitos digitais, loucuras digitais”. Já o Caetano Malta intercalou entre o baixo e a guitarra de maneira divina. Juntos, eles abriram a noite com O Deus que devasta, mas também cura , nome que também leva o último trabalho do cantor. Além de um clipe intenso (que você pode ver aqui), a canção também carrega letra forte:

“Por causa da fúria de um deus/ Que fez ainda pior/ Muito assustadoramente/ Revirou gavetas, onde amor e letras/ em fotografias é o que nos valia e nos aquecia”

A primeira vez do baiano no Memorial seguiu calorosa, apesar do frio lá fora. O auditório do lugar é repleto de cadeiras, mas muitos não se aguentaram e levantaram para dançar ao som de canções como Who Can Say Which Way Músico. O repertório também é composto por algumas músicas instrumentais, cheias de psicodelias como a Recado para Pio Lobato que Lucas fez juntamente com Régis Damasceno, do Cidadão Instigado. Já Pela Orla dos Velhos Tempos mistura muitas batidas do funk e do clássico hip hop,  e lá pelo fim da canção, Lucas pede um blackout, onde só os celulares são levantados pelo público. Um homem eclético e ousado, que gosta de misturar ritmos e é feliz em suas escolhas.

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“Tá muito bom isso aqui, parece aquelas coisas que a gente gosta. E que vocês sabem o que é”, disse Santtana, depois de cantar e seduzir a platéia, passando a mão por todo o corpo. Foi a hora da sensual Lycra-Limão, bem agitadinha e  uma das minhas favoritas da sua carreira. Na noite também não pode faltar o sambinha de Amor em Jacumã e outras canções que compõe o disco Sem Nostalgia, antigo trabalho dele.

O bis teve direito a baladinha Cira, Regina e Nana, que é o single do novo CD. Ao fim do show Lucas pediu para a platéia se reunir, se apertando, para que ele pudesse tirar uma foto de cima do palco. Nesse momento, o cantor comparou o povo brasileiro, que não tem medo do calor do corpo humano, com os europeus, que não gostam muito do contato. Tenho certeza que ali ele se sentiu em casa, novamente, depois de uma temporada viajando. São Paulo não é quente como a Bahia, mas formamos um povo acalorado também. A noite marcou o lançamento do seu trabalho em formato de disco e estava à venda na saída do show por apenas R$40 e o CD por R$20.

Quer conhecer mais o trabalho do Lucas Santtana? O site traz informações, algumas músicas e agenda, além disso é sempre bom curtir a página no Facebook do artista que costuma ter novidades em primeira mão.

Vou deixar aqui também uma matéria que eu li na revista Serafina que eu achei muito interessante. Eles levantam a questão que Lucas faz o maior sucesso fora do país, estampa capa de vários jornais, mas aqui não tem tanto reconhecimento assim (uma pena). A versão online não é tão boa quanto a impressa, que trazia o print de algumas das capas que o cantor saiu, mas o texto de Rafael Andery é ótimo. Link: http://tinyurl.com/mrdjvh7

Ahh, e pra finalizar, as fotos foram cedidas pelo fotógrafo José de Holanda, que tem um trabalho lindo e vale a pena ser conferido, por isso, clica aqui! Quero deixar meus agradecimentos também às meninas da  Verdura Produções Culturais por serem sempre tão atenciosas.

Bárbara Eugênia lança “É O Que Temos” no SESC Belenzinho

970511_293310680805075_1169001081_nFilha da nova safra de cantoras da música brasileira, Bárbara Eugênia mostra os pontos fortes que a diferencia das outras mulheres da cena em seu novo disco.

O primeiro CD veio há três anos, Journal de BAD foi recebido positivamente pela critica nacional. Capaz de aflorar doçura aos ouvintes e pudera, não havia de ser diferente, já que a mesma admite que todas as suas músicas são sobre amor em diferentes formas – o que se foi, o correspondido, o platônico e o que ainda virá – combinada com uma voz rouca e calma. Quase canções de ninar. Nesse primeiro trabalho Bárbara conseguiu 13.638 downloads gratuitos pelo site Musicoteca (não conhece? clica), isso sem contar aqueles que optaram pelo seu portal. Depois de alguns meses trabalhando no novo disco, enfim a cantora acabou com a curiosidade dos fãs.

É O Que Temos, foi lançado pela Oi Music e produzido por grandes nomes da músicas Edgar Scandurra e Clayton Martins, que estão à frente da banda Cidadão Instigado. A primeira ouvida já é possível perceber o amadurecimento da cantora, isso porque, aquela que sempre mostrou sua timidez, agora abusa da sensualidade em letras que evidenciam o tema da conquista. De cara me apaixonei por Coração, a primeira do trabalho, que se resume em uma baladinha envolvente, daquelas que se dança coladinho, com sorriso no rosto. Passei alguns dias sem conseguir tirá-la do repeat, até que soube do show de lançamento e decidi dar uma chance para as outras.

Cheguei ao SESC Belenzinho poucos minutos antes do início da apresentação e o teatro do espaço tinha cheiro de flor de laranjeira. De propósito ou se ali é sempre assim mesmo?  Bárbara subiu ao palco pontualmente às 21hrs, usando um macacão BAPHO amarelo, com um coração desenhado na bochecha, algo que já é marca registrada dela, rasgando a noite ao cantar a minha favorita – sim, Coração. É o que dizem, nada como ouvir um disco ao vivo e eu devo concordar, afinal, a junção de melodia, letra, voz e performance não se comparam ao áudio de estúdio. Então ela veio bem servida de uma banda composta pelas guitarras do próprio Edgar Scandurra e Davi Bernardo, Régis Damasceno no baixo e Clayton Martin, o mestre da bateria.

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Daí pra frente ela toma diversas influências, sem perder a personalidade serena e ao mesmo tempo forte. Passeia pelo rock setentista com toques de jovem guarda, psicodelia e o folk com notas fofas. Para isso, Bárbara não se conteve em apenas um idioma e se arrisca entre o português, inglês e francês bem sucedidos. É O Que Temos conta com a participação de Guizado, Mustache e Os Apaches e Astronauta Pinguim. Ah, além deles, a música Roupa Suja conta com a ajuda do maravilhoso Pélico e Tatá Aeroplano em Eu Não Tenho Medo da Chuva e Não Fico Só que fizeram questão de comparecer durante a apresentação para cantar e prestigiar a amiga. Os dois animaram tanto a platéia, que até ouviu-se lamentos quando o palco foi deixado. Outro que deu as caras foi o guitarrista Chankas no qual a musicista anunciou um novo projeto em parceria ao rapaz.

É engraçado pensar como nós podemos mudar de opinião ao ouvir uma canção ao vivo, não é? Não havia gostado de Por Que Brigamos, que é uma versão do grande sucesso de 70 na voz da cantora Diana – que originalmente é uma versão de I am… I Said do cantor americano Neil Diamond. Porém, lá tudo foi diferente e a melodia, que me causou estranheza no início, ganhou os meus ouvidos. Do primeiro trabalho, Bárbara cantou Por Aí e após entoar A Chave fez um desabafo aplaudido: “Russomano não me representa e o amor é maior que qualquer coisa”, afirmou em protesto ao deputado preconceituoso e polêmico Celso Russomano. Ela ainda arriscou uma versão do CARA, sim, Roberto Carlos. Fez As Curvas da Estrada de Santos de 1969 que animou a plateia no último sábado (01) frio de São Paulo e abriu junho de forma elegante.

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O público que seguia tímido, não resistiu ao ouvir You Wish You Get It  e a maioria das pessoas se levantou para dançar, finalizando com palmas e um coro de “tchuru-tchuru-tchuru” do folk animadinho. Como de praxe o pessoal pediu bis e ela voltou com uma amiga da platéia, Karine, cantando a música Pessoa Louca, fruto de um outro projeto que vem por aí. Ufa, que fôlego, ein Bárbara? O show foi fechado por Ficar Assim, relembrando o primeiro CD. Bárbara Eugênia deixou o palco aparentemente satisfeita com os ingressos, que naquela noite, haviam esgotado. É O Que Temos disse ao que veio e surpreendeu as expectativas munidos à muita simpatia e fofura.

O disco lá fora era vendido por R$20,00, uma pechincha se comparado ao comércio da Livraria Cultura que comercializa a novidade por R$29,90.

945033_10200772479730345_425560576_nAline não resiste a artistas que vendem o disco na porta do show, mas diz que se não puder comprar, tem pra baixar grátis no site. ♥

Agradecimentos: SESC Belenzinho e Agatha Gameiro pelas fotos cedidas.