5 novidades do audiovisual que você não pode deixar de ver

Ontem já foi aquele burburinho todo ao redor da Pabllo, né bbs? Mas ainda tem muito clipe bom e interessanteney para ver na web. Por isso, hoje elegemos mais clipes que valem o play. Dá uma olhadinha:

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Após ser apresentada ao vivo no Lollapalooza Brasil, a nova música da Plutão Já Foi Planeta, intitulada Estrondo (slap), ganha um videoclipe registrado no Largo do Boticário (Rio de Janeiro). No vídeo, os integrantes do grupo – formado por Natália Noronha (voz, violão, baixo, synth), Sapulha Campos (voz, guitarra, ukulele), Gustavo Arruda (voz, guitarra, baixo), Vitória de Santi (baixo, synth) e Renato Léllis (bateria) – aparecem encharcados dentro de uma piscina vazia. “Existe uma mensagem sensual no clipe, mas não queria que ficasse tão explícito. Daí, surgiu a ideia de criar uma cerimônia surreal que promove uma reunião”, revela o diretor Philippe Noguchi, também responsável pelo roteiro.  Continuar lendo “5 novidades do audiovisual que você não pode deixar de ver”

Pabllo Vittar lança clipe emocionante e urgente de “Indestrutível”

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A cantora Pabllo Vittar lança hoje, dia 10 de abril, o emocionante vídeo da canção “Indestrutível”. Este é o sexto e último videoclipe do disco “Vai Passar Mal” (2017).

O clipe é ambientado em uma memória dolorosa de adolescência cercada pela homofobia, ódio, discriminação e intolerância. A primeira cena é mesclada com a informação, em fundo preto, que diz: “73% dos jovens LGBTs sofrem bullying nas escolas”. Continuar lendo “Pabllo Vittar lança clipe emocionante e urgente de “Indestrutível””

5 clipes lançados em 2018 que talvez você não tenha visto

1. Dolores 602 divulga Cartografia

Por meio de uma atmosfera poética e política, a banda mineira Dolores 602 lançou o clipe de “Cartografia”. A música, que também dá nome ao disco de estreia do grupo, apresenta em sua versão audiovisual o corpo como casa de uma individualidade a ser respeitada, um universo de experiências, possibilidades, marcas e sensações únicas. Dirigido por Xande Pires, com produção da Imago Filmes, “Cartografia” marca uma nova fase da Dolores 602, colocando em discussão a pauta do dia (e da vida): a luta pela liberdade de sermos quem somos.

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“Bem-te-vi”: Ekena abre o coração em clipe novo

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Foto: Gabriel Quintão

Vivências felizes, desilusões amorosas, bons e maus momentos de uma vida como ela realmente é. Previsto para ser lançado ainda este mês, “Nó’ (2017), o disco de estreia da cantora Ekena, é acima de tudo uma reflexão sobre dar, receber, aceitar, respeitar e agradecer. Escolhida como o segundo single do novo trabalho, a faixa “Bem-te-vi” ganhou um clipe inédito.

Repleto de cenas sensíveis e delicadas de interação e movimentos corporais, o vídeo é dirigido por Fernando Mira e Tiago Kuurtz. Com uma sonoridade suave e leve, a letra de “Bem-te-vi” é intensificada pelos movimentos soltos e experimentais das bailarinas Georgia Palomino e Suzane Rossan. Quem também divide sua calmaria é a Alma Negrot, artista que ficou reconhecida por trabalhar com expressões intuitivas através de maquiagens e performances e que busca a desconstrução de estereótipos relacionados à questão de gênero, levantando a bandeira da não-binariedade.

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“Quebec”: Vem ouvir a nova música da banda Aeromoças e Tenistas Russas

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Vídeo gravado no Primavera Sound traz novidades
Após o lançamento do EP MIDI, em abril deste ano, os músicos do ATR – Aeromoças e Tenistas Russas aproveitaram a primeira turnê internacional para sair com mais um conteúdo inédito. “Quebec” é a primeira faixa do próximo trabalho do grupo sãocarlense, previsto para o segundo semestre de 2017. O debute da música foi registrado em um vídeo ao vivo feito pelo Caipirinha Libre na segunda apresentação da banda no Primavera Sound, em Barcelona.

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Soledad: Cantora cearense lança seu primeiro disco

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Álbum traz  parcerias e participações dos músicos Gui Amabis, Fernando Catatau, Vitor Colares, Bruno Rafael, Guilherme Mendonça e Felipe Lima

Nascida em Fortaleza, Soledad desenvolve um trabalho hibrido, que vai da composição à interpretação, dos palcos de teatro à militância feminista. Representante da nova safra da música brasileira, a cantora busca descobrir e resgatar com liberdade, estilos musicais distintos, como num laboratório de experimentos sonoros, onde as influências e sonoridades são diluídas com muita sutileza e elegância.

Assim nasceu “Soledad”, o primeiro trabalho autoral da artista sintetiza, em seus diversos aspectos. Numa mensagem direta e despretensiosa, psicodelia, sonoridades flutuantes, guitarras desafiadoras, um time de músicos em plena sintonia e um repertório com boas doses de sentimentos pessoais compõem o novo projeto da cantora. O álbum, composto por oito faixas, foi produzido por uma produção colaborativa entre a  própria Soledad, Vitor Colares, Bruno Rafael e Guilherme Mendonça, além  da parceria com o músico Felipe Lima. Já a produção executiva, traz a assinatura da EAEO Records .

A estética apurada de Soledad é aprimorada pelos arranjos bem elaborados e parcerias com  Gui Amabis, Vitor Colares, Bruno Rafael, Guilherme Mendonça, Felipe Lima e pelas participações sonoras de Fernando Catatau e Igor Cracas . Munida de ardilosas canções, a cantora abraça novos compositores de cena brasileira, como Daniel Groove, Vitor Colares e Uirá dos Reis.

A artista tem a música e a cultura popular povoando o seu trabalho há muito tempo. Formada em teatro, Soledad estudou ballet clássico e aprimorou seus estudos em cultura popular no grupo Mira Ira. Em 2013, apresentou o seu primeiro trabalho musical,  “As Nuvens Serão Um Colar de Margaridas”, no qual faz uma seleção de nove canções compostas por músicos cearenses. O projeto foi selecionado pelo Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes ( Instituto Dragão do Mar – CE). A cearense participou de festivais, como a Maloca, Bienal Internacional de Dança e Mostra Sesc Cariri de Cultura; soltou a voz nos principais palcos do Ceará e cantou ao lado de Céu, Fernand Catatau, Gui Amabis e Elke Maravilha.

O disco está disponível para download gratuito nas plataformas digitais e nas redes sociais da artista: eaeorecords.com/soledad/

A trajetória de Tassia Holsbach

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Cantora vence obstáculos e lança o “Cara Lavada”

Por muito pouco este EP de estreia de Tassia Holsbach, “Cara Lavada”, não sai. Mas por muito pouco mesmo. Se dependesse do ritmo normal do destino, fazia dois dias que ela, em 2015, havia decidido abandonar a carreira de cantora e compositora. Até que a história faz uma curva e a trajetória entra em um cenário que nos brinda com essa pepita de um gênero que pode inclusive estar nascendo, o B-Pop (corruptela de Brazilian ou Brasil Pop, nos moldes do K-Pop).

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Circo de Marvin lança videoclipe para a faixa “Modo Hard”

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Imagens, inspiradas no GTA, foram totalmente gravadas em Salvador (BA)

Há muito tempo os fãs do game mais popular do mundo vêm imaginando como seria se o GTA fosse no Brasil, mas a banda baiana Circo de Marvin levou a possibilidade para um outro nível.

No seu mais recente clipe, intitulado “Modo Hard”, os integrantes da banda saem pelas ruas de “Salvador City” atrás de um mafioso, dono de gravadora, que havia contratado o grupo esperando o novo sucesso do carnaval. Ao descobrir que, na verdade, o Circo de Marvin é uma banda de rock, ele provoca os integrantes a irem buscar o seu disco “à força”, e assim começa uma perseguição alucinante.

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Aláfia lança trilha sonora para a cidade de São Paulo

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Terceiro álbum da banda reflete questões políticas, sociais e raciais dentro da capital paulista

Após pouco mais de um ano desde “Corpura”, o Aláfia (‘caminhos abertos’ em iorubá) lança, em todas as plataformas digitais, “SP Não É Sopa – Na Beirada Esquenta”. Com 11 faixas, o novo disco – produzido e dirigido por Eduardo Brechó – é trilha sonora para a megalópole e conta com a participação de vários artistas locais. “São Paulo é uma relação de amor e ódio mesmo. Pensei muito nas grandes trilhas de blaxploitation para produzir esta homenagem concreta e ácida”, explica Brechó, autor de dez das onze faixas listadas na obra. “As letras falam da Amaral Gurgel, Bela Vista, Brasilândia, Vila Madalena, São Mateus, Capão Redondo e vizinhanças que circulamos”, completa.

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“00:01”evidencia emoções viscerais do ser humano

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Iguana Gun estreia álbum dinâmico com riffs, arranjos marcados e temas dignos do existencialismo pop paulistano

Composto por dez faixas autorais, o álbum recém-lançado do Iguana Gun defende o direito aos sentimentos obscuros, necessários para a autorreflexão como, por exemplo, a melancolia,  incerteza e raiva. A banda formada por Kim Macedo (vocais e guitarra), André Lerro (guitarra), Luan Pessanha (baixo) e Fabio Marin (bateria) gravou e produziu o disco ao lado de Pedro Hernandes no Estúdio High Five, em São Paulo. “00:01” traz Victor Adura na mix e a máster e arte da capa feita por Iramaya Haddad, além da participação especial de Marcello Santoro em “Muro”.

A banda bebe de fontes de diversos ícones do rock. As guitarras tem uma pitada de Black Sabbath, Queens Of Stone Age e The Clash; enquanto a bateria traz uma pegada forte e experimental, como o som que Dave Grohl fazia no Nirvana, John Bonham à frente de Led Zeppelin e Keith Moon do The Who. Já o baixo traz a elaboração de Arctic Monkeys, mas quando necessário, a praticidade dos Ramones vem à tona.

“Fin”, a primeira música, foi criada com a intenção explícita de abrir o trabalho e preparar o terreno de forma direta. É um tiro inicial que apresenta a agressividade e influência punk em todos os instrumentos. A variedade de temas abordados é notável em “Minhas Mãos Também Sangram”, um rock britânico grooveado com elementos do rock nacional dos anos 90, carregada por uma crítica às pessoas e grupos moralistas que se aproveitam da espiritualidade das pessoas mais vulneráveis para mascarar a realidade concreta com fins escusos.

O nome do grupo nasceu de um sonho que o guitarrista teve durante o processo de criação: ao se deparar com uma grande e agressiva iguana, se viu obrigado a matar o bicho com a única arma ao seu alcance, um arco-e-flecha rudimentar. Vale lembrar que os meninos são totalmente contra o porte de armas e maus tratos dos animais, mas receberam o título como um presente divino.