Lollapalooza Brasil 2019 anuncia suas Lolla Parties

Troye Sivan; Bring Me The Horizon; The Fever 333; Snow Patrol; Lany; St. Vincent e Greta Van Fleet são os artistas do festival escolhidos para apresentações exclusivas em São Paulo

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Lollapalooza Brasil 2019 divulga as Lolla Parties em São Paulo! Após a revelação do lineup, essa é uma das informações mais aguardadas pelo público do Lollapalooza Brasil. Nesta oitava edição, seteatrações internacionais irão se apresentar em São Paulo, com performances exclusivas antes do festival. Os shows servem como aquecimentos e antecipam a “experiência Lollapalooza” na cidade.

Os ingressos já estão disponíveis pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de vendaespalhados pelo Brasil e na bilheteria oficial do Credicard Hall (sem taxa de conveniência). Nos dias dos shows, a bilheteria oficial é transferida para o local do show (Audio ou Cine Joia).

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Babylon by Gus vol. 1 – 10 anos

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O rapper quebra ano sabático com show de comemoração no Cine Joia

Em 2001 em meio a Manhattan na cidade de Nova York (EUA) duas torres iguaizinhas iam ao chão para terror mundial. Exatos 3 anos depois, uma torre tão grande quanto o World Trade Center se erguia em terras brasileiras. A data foi selada pelo lançamento de Babylon by Gus vol. 1, primeiro disco solo de Gustavo de Almeida Ribeiro, ex-Planet Hemp que entrou no grupo de rap para cobrir a falta de BNegão. Com letras fortes que trazem a tona o cotidiano das periferias cariocas, o disco consagrou o músico como Black Alien e é considerado um dos mais cultuados trabalhos da cenabrasileira.

Dez anos depois, Black Alien decidiu que era o momento de voltar e comemorar o aniversário desse marco na história fonográfica. A melhor forma de fazê-lo seria com um show especial para os fãs. Digo voltar, por conta de seu problemático envolvimento com drogas que o deixou afastado dos palcos. No início de 2014, visivelmente muito magro, o cantor chegou a comentar em algumas entrevistas que iria parar com o vício e dar o exemplo para outros viciados que sofrem com isso também.

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A noite mais feliz da vida!

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A Banda Mais Bonita da Cidade grava seu primeiro DVD em São Paulo em show emocionado

A sexta-feira era 13, mas só me trouxe sorte. Para mim e para os outros 899 presentes naquela noite fria, mas que logo ficou quente, dentro do Cine Joia. Me encantei com o grupo que veio de Curitiba depois do BUUUM na internet com a música que, com certeza, você deve conhecer: Oração. Foi a doçura na letra, no modo de cantar e dançar no clipe que me chamaram atenção. E de lá pra cá – o sucesso aconteceu em 2011 – passei a segui-los e posso garantir que é uma daquelas bandas que sei todas as músicas na ponta de língua.

Já compareci a muitos shows no local, o Joia é de longe um dos lugares que eu mais gosto de ver shows (dá pra perceber pelos posts), mas não me lembro de ver o espaço tão cheio quanto nessa noite. Entrei cedo pra garantir um lugar bom, porque só pela atmosfera já esperava uma noite memorável. O palco já estava lindamente decorado, imitando um pedacinho de céu. Continuar lendo “A noite mais feliz da vida!”

Com um vocal impecável, Sky Ferreira se apresenta no Cine Joia!

Sky Tonia Ferreira é descendente de portugueses e brasileiros, capa da Teen Vogue e já trabalhou com diversos nomes, como The Virgins, The Shoes e Steve Aoki, além de abrir os shows de Miley Cyrus. Oscila entre o lado folk e o pop, mas destaca-se mesmo é com as letras pesadas de um passado que, querendo ou não, ainda faz parte do seu presente.

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 Enquanto muitos esperavam ansiosamente o dia que seria a abertura da Copa do Mundo, a minha quarta-feira – e a de muitos outros –  foi unicamente para conferir de perto o show da lindíssima Sky Ferreira. Com seus 21 anos e um vocal impecável, ela deu preferência para um show mais intimista, sem aquelas megas produções e performances arrebatadoras, sua voz (e sua simpatia) eram as únicas coisas que se destacavam no palco do Cine Joia.

A casa abriu pontualmente as nove da noite e permitiu a entrada de muitos fãs que se acumulavam desde tarde para garantir um bom lugar perto do palco na última edição do Club NME São Paulo. Os minutos demoravam para passar, mas enquanto isso a DJ Letícia Ferroni encheu a pista de dança com hits super dançantes e logo em seguida quem alegrou a galera foi a banda de abertura Schoolbell.

As onze horas, Sky subiu no palco bem tímida ao som de 24 Hours com seus óculos escuros e seu blusão listrado (que eu, particularmente, fiquei apaixonada). O show seguiu com as músicas Ain’t Your Right; Boys e Nobody Asked Me (If I Was Okay), que garantiu um coro da plateia e gritos bem raivosos da cantora durante o refrão: “NOBODY ASKED ME IF I WAS OKAY! NO! NO! NO!”.

Por mais tímida que Sky tenha sido no palco, ela não economizou na simpatia e, mesmo se enroscando com o microfone e se distraindo por diversas vezes durante as músicas, autografou encartes de cds que os fãs entregavam à ela, pegou diversos presentes da plateia, inclusive uma bandeira do Brasil toda autografada e um desenho que fizeram dela.

Depois da música Omako, Sky pediu para que dançássemos durante I Blame Myself e, claro, o coro da plateia abalava as estruturas do Cine Joia enquanto eu tentava lembrar a coreografia do clipe pra poder imitar, porém, sem chances :(. Durante uma pausa e outra, os fãs gritavam enlouquecidamente para que ela cantasse Sad Dream, música que ela não incluía na set list há um bom tempo e uma das mais melancólicas do cd, mas com um sorrisinho tímido alegou que estava sem voz.

Porém, depois da música Warewolf (I Like You), ela surpreendeu a todos dizendo: “The next song it’s calling Sad Dream”. Entre uns cochichos e outros com os integrantes da banda, para lembrar da letra, e um pedido para que todos a ajudassem a cantar, Sky se emocionou no palco durante o refrão: “I hope it’s not just a bad dream, hope it’s not just a sad dream”.

O show continuou com as músicas Love in Stereo; I Will; I Can’t Say No To Myself; Night Time, My Time e mais uma vez garantiu um vocal surpreendente com a música You’re Not The One e Everything is Embarrassing, música que fechou a noite com sorrisos estampados e lágrimas escorrendo no rosto.

Seu vocal não me surpreendeu, porque já havia visto diversos lives que provaram que ela realmente se garante ao vivo. Mas, sua simpatia e seu jeito tímido, fez com que eu saísse de lá querendo ser sua melhor amiga, ou, de uma forma mais possessa, querendo coloca-la dentro de uma caixinha para levar comigo para todos os cantos. Me apaixonei ainda mais pelas suas músicas, músicas estas que trazem letras fortes e, como dito no primeiro parágrafo, que fazem parte do seu passado conturbado, com prisões e posses de drogas.

Por fim, a noite terminou com um gostinho de quero mais, acredito que não só para mim, mas para todos que estavam lá presentes. Obrigada Club NME!

clique aqui para conferir as fotos tiradas no show

SummerStage leva Criolo e seu rap para o Cine Joia

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Quando o mais o queridinho do rap brasileiro anunciou dois dias de show em São Paulo, a vontade de ir explodiu, mas claro que não pude deixar de pensar que após ver cerca de dez apresentações do mesmo disco, a receita seria a mesma. Entretanto, mal sabia eu, que aquela noite ainda iria surpreender e muito a todos os presentes.

A casa abriu às 22hrs e recepcionou os mais adiantados com hip hop tocando baixinho nas caixas do ambiente. Alguns grupos de fãs já se acomodavam bem próximos ao palco, onde seria mais fácil vê-lo e quem sabe até tocá-lo. Isso porque, a estrutura do Cine Joia – um antigo cinema localizado no bairro da Liberdade em Sampa– dá a possibilidade de o espectador enxergar o artista, mesmo quando se está ao fim da multidão. Por volta da 1h da manhã, o palco que estava decorado com algumas peças gigantes de dominó – alusão a Duas de Cinco,  músicas inéditas lançadas em meados de outubro de 2013 – recebe DJ Dan Dan e Criolo, acompanhados de uma banda. Isso mesmo, a primeira grande diferença entre Kleber Cavalcante, nome de registro, e os demais colegas de profissão é que ele não se contenta só com a picape, pois por onde vai, leva a seguinte trupe: Daniel Ganjamn  nos teclados e programação eletrônica; Marcelo Cabral  no baixo; Guilherme Held  na guitarra; Maurício Badé  na percussão; Sérgio Machado na bateria e do fiel escudeiro DJ Dan Dan  que intercala entre voz e picape.

Apesar de seus beats mais lentos que o rap feito pelos Racionais, por exemplo, o protesto está presente na maioria de suas letras. E isso já fica bem evidente em Duas de Cinco, a primeira música da noite: “E a cada mil metros alguém morre de frio. E a cada cem metros alguém morre ferido. E a cada dez metros alguém conta o lixo. E a cada segundo uma revolta por tudo isso”, diz a canção carregada. Fazendo jus a boa fama de sua educação, o músico e compositor cumprimentou a plateia com um “boa noite” e seguiu Subirudoistiozin e É O Teste. Antes de dar continuidade com Freguês da Meia Noite, Criolo cobriu a cabeça com uma espécie de manto que trazia sobre as costas e disse: “Quanta coisa pode acontecer debaixo de um pedaço de pano”, incitando os fãs. O grande destaque ficou para Não Existe Amor Em SP, single que o consagrou como artista em 2011. Ao final, como forma de agradecer, se abaixou em reverência ao coro formado no refrão.

Algo singular de se observar durante as performances do rapaz é o modo como ele se entrega. Ele passa a maior parte do show com os olhos fechados, não para um minuto no palco e canta de corpo e alma. Logo após, Lion Man, Demorô e Linha de Frente, o rapper agradeceu o carinho daqueles que o admiram e disse que se não fossem pelas pessoas, ele nunca teria seguido com a carreira. Afinal, para quem não sabe, Criolo gravou o disco Nó Na Orelha com o intuito de guardar as suas últimas composições e se aposentar como MC. Porém, quando o trabalho estourou, foi impossível parar de cantar para a multidão que o segue por todo o canto do país – e fora dele também!

Ele ainda comentou sobre a diferença dessa geração, que movida à esperança e amor, podem e estão revolucionando o mundo. Isso porque, além de ser ativista das causas da periferia e de dar voz ao povo, ele também esteve presente em alguns dos protestos que aconteceram em julho na cidade paulistana. Depois, fechou com Bogotá. Mas claro, todos queriam mais, então eles voltaram para cantar Ainda Há Tempo e Vasilhame, que faz um protesto contra o governo que apoia o mercado de bebida alcoólica, mas proíbe as drogas de forma bruta. Depois de pedir para que as pessoas comparecerem à “biqueira cultural”, onde são vendidos camisetas e discos, DJ Dan Dan disse em alto e bom tom: “O amor vai salvar o mundo”. E foi com essa mensagem de paz que eles disseram tchau ao Cine Joia na sexta-feira, para retornar no dia seguinte e mexer com a vida de outras centenas de pessoas. É, realmente Criolo, o nó da tua orelha ainda dói em mim.

Resumão do fim do ano!

Olá, leitores lindos! Será que vocês ainda aparecem por aqui? A grande verdade é que esse blog anda mais parado do que nunca! Depois desse último semestre-loucura, decidi me dar umas férias. Pensei muito em deixar o NMP de lado, afinal, esse é ano de TCC, trabalho em uma revista semanal e a saturação corre solta. Mas eu amo escrever aqui e sinto que essa deveria ser a hora de persistir ainda mais. Eu ia deixar esse post de lado, porque vocês vão pensar que estamos atrasados, certo? Mas seria estranho começar 2014 sem falar desses dois últimos dois meses, que foram tão lindos! Vou fazer um rápido resumo sobre cada evento, ok? Espero que gostem e que me mandem energias positivas para esse novo ano!

Planeta Terra

Show do Planeta Terra Festival 2013, no Campo de Marte em São Paulo.

Esse foi o meu primeiro festival de música internacional (tirando os festivais da Cultura Inglesa, que são gratuitos). O Planeta Terra aconteceu no Campo de Marte, no dia 9 de novembro. O sábado foi bem corrido, depois de acordar beeeem cedo e ir gravar parte de um telejornal na faculdade, corri para Santana para ver o primeiro show que foi da Clarice Falcão. Doce e rápida, a apresentação da recifense contou até com uma breve participação de Gregorio Duviver, seu namorado.

991267_10palma_violets009_gAinda no mesmo palco, foi a vez dos meninos do Palma Violets. Não conhecia a banda, passei a ouvir no Rdio (me segue lá), uma semana antes do evento por indicação do Paullo, que também é nosso colaborador. Os britânicos têm uma energia muito boa e agitaram a plateia inteira. No outro palco, tocava o BNegão & Os Seletores de Frequência, outra banda notável, mas na vida nós temos que fazer algumas escolhas, não é mesmo? Valeu o show, mesmo com o sol escaldante.

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Depois, corremos direto para o palco ao lado, para tentar um bom lugar pra grande estrela da noite. Enquanto isso, vimos o show do Travis. Eu não sou muito fã dos caras, mas é indiscutível dizer como estava bonito aquele cenário: fim de tarde, muita gente cantando e o sol quase indo embora. A parte boa, é que ao fim do show, muitas pessoas foram para o primeiro palco, deixando o espaço livre para quem queria ver a próxima atração. Com isso, fiquei bem pertinho de quem eu queria ver desde o início.

991272_11lana_del_rey009_gSim, estou falando de Lana Del Rey! Apesar de achar que o ano dela por aqui foi o de 2012, comprei o ingresso em consideração as lembranças lindas que guardo desde então. Antes da cantora subir, o palco foi enfeitado por palmeiras, violinistas e toda a banda colocaram-se a postos e ela entrou cantando Cola. Apesar de ser a música que eu menos gosto de sua carreira, a emoção já começou dali. Não vou me estender muito, até porque, vocês já devem ter lido sobre esse show muitas vezes, mas é importante frisar como Lana é simpática, atenciosa com os fãs, além de mostrar-se muito emocionada pela quantidade de pessoas e com o grande coral em TODAS as suas músicas. Ah, e claro, ela ter alterado o refrão de American, para “like a brazilian”, fez com que ela me conquistasse ainda mais.

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Está acostumado a ver esse bonitão nas telinhas da Globo? Nem todo mundo sabe, mas além de ator, Alexandre Nero também é cantor. E diria mais: um grande poeta. Em 2011, ele lançou seu primeiro disco Vendo Amor. Por falta de tempo, demorou dois anos para que ele terminasse o seu projeto. E eu fui conferir o lançamento do DVD Revendo O Amor, Com Pouco Uso, Quase Na Caixa no Auditório do Ibirapuera. Ele mescla músicas próprias, com interpretações e uma poesia e outra. O show é totalmente teatral e um encanto de se ver. Me vi várias vezes com a boca aberta, tão grande é o capricho do moço. Você sabia dessa outra faceta dele?

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Já no dia 20 de novembro, foi a vez de sair correndo de uma prova da faculdade para conferir a apresentação da Cocorosie no Cine Joia. Já fui algumas vezes ao estabelecimento (e adoro!), mas essa foi a primeira vez que eu vi uma fila realmente grande para entrar. Nunca imaginei que as irmãs americanas fossem tão conhecidas em terras brasileiras. Eu pouco conhecia delas, acabei indo para acompanhar uma amiga muito fã. O único problema da noite foi: o grande atraso das duas. O relógio já marcava 23h30 quando elas subiram ao palco. Por conta disso, acabei vendo bem pouco, o que foi uma pena. Ao vivo, as duas me impressionaram muito! Com um jeito todo irreverente, ao mesmo tempo em que cantavam, tiravam a roupa, revelando outros figurinos – além de pelos nas axilas! Quem conhece o trabalho delas, sabem que elas seguem um estilo todo alternativo de ser, na música e na vida.

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E a correria não para! Depois de outra prova, no dia seguinte foi a vez de conferir Solange Knowles também no Cine Joia. Diferente da apresentação do dia anterior, a irmã mais nova de Beyoncé foi super pontual! Às 23hrs já estava no palco, esbanjando todo o seu charme. Apesar do grau de parentesco e de alguns traços físicos parecidos, Solange não tem nada a ver com a B. Aliás, ouso dizer que ela é diferente de todas as cantoras pops que vejo atualmente. Ela dança diferente, sua música tem grande influencia do R&B dos anos 80 e até seu figurino parece ter saído dessa época. A apresentação que durou pouco menos que uma hora, fez com que eu me apaixonasse ainda mais por True, seu EP mais recente.Vale o play!

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Dia 09 de dezembro, foi a vez de fechar o ano cultural e ver Curumin lá no Sesc Carmo. Estou literalmente viciada no disco Arrocha, que é o último do cantor. Apesar do calor que passei na comedoria do lugar, a apresentação foi bem intimista e foi uma delícia cantar músicas como Vestido de Prata Selvage. Quero bis em 2014!

IMG_20131220_191936[1]Encerrei o ano com os pezinhos na água do mar. 2013 foi tudo tanto pra mim, espero que em 2014 eu tenha ainda mais surpresas e motivos para sorrir. Os projetos são grandes, por isso, só peço fôlego pra conseguir segurar o que vem por aí.

Tecno brega invade o palco do Cine Joia

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Vamos voltar a falar de shows? Admito que ando bem paradinha, porque vocês não têm noção de como o sexto semestre de jornalismo é corrido. Tenho muitas aulas práticas, que são ótimas, pois a gente aprende bastante, mas por outro lado são bem cansativas. E a minha faculdade (Fapcom) não perdoa, a média 8 permanece lá firme e forte. Por isso, esse post veio tão atrasado, mas eu não poderia deixar esse evento passar em branco. Ah, esse post será escrito por mim e pela Uanna, eu falarei da primeira parte da noite e ela pega o desfecho da festa.

No comecinho de outubro (3) voltei ao Cine Joia para conferir novamente o show da Banda Uó. Em abril, se não me engano, eu já tinha conferido o show da banda, mas dessa vez a apresentação foi turbinada. Isso porque, tudo foi transmitido ao vivo pelo canal Multishow! Ou seja, a produção do palco estava baphônica e haviam câmeras por todos os lados. Já compareci algumas vezes ao lugar, mas devo confessar que essa noite estava realmente cheio e com um clima maravilhoso.

Banda Uó

Um ponto muito legal do Joia é que eles são pontualíssimos! Então, exatamente às 22h30 Candy Mel, Davi Sabbag e Mateus Carrilho subiram ao palco ao som de Vânia com looks caprichados, afinal, aquela era uma ocasião especial. O público cantou animado, tinham todas as letras do primeiro álbum Motel e do ep Cowboy na ponta da língua. Se há tempos você está com vontade de mexer o esqueleto até não aguentar mais, comparecer a uma apresentação da Banda Uó com certeza é uma das melhores pedidas. A galera se joga mesmo, sem se importar se está pingando de suor. É ideal para expulsar todos os demônios e sair com a alma lavada.

Depois de Castelos de Areia, Show da Rita, Shake de Amor Búzios do Coração, foi a hora de receber uma convidada charmosa e elegante: Preta Gil chega para acompanhá-los na música Nêga Samurai. Mas a festa não para e entre outras do disco, Gringo Malandro são as que mais agitam a platéia. O trio fecha o repertório com Faz Uó e sai do palco com sensação de missão cumprida, com aquela certeza que fez não só os presentes, mas quem estava em casa também, tremer muito. Garantiram boas risadas e uma noite pra lá de divertida, vá sem preconceitos.

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E o que pensávamos que não seria tão legal assim, nos enganamos. No começo, pensei que nada superaria o show da Banda Uó, acredito que seja meu preconceito que tenha falado um pouco além, afinal, esses estilos de músicas são de longe os que mais escuto. De qualquer forma, a banda Gang do Eletro entrou no palco totalmente animado cantando a música Pirapaque.

O grupo paraense ganhou o Prêmio Multishow na categoria de melhor show do ano. A banda é comandada pelo DJ Waldo Squash e nos vocais estão: Mederito, Keila Gentil e William Love. Após conquistarem o público, a banda seguiu com as músicas Tubagas, Passar o Sal e Dançando no Salão, mas a galera foi a loucura mesmo, quando a Gaby Amarantos subiu ao palco e cantou Xirley, junto com o Eletro. Não preciso nem dizer que o coro estava imperdível não é mesmo? Todos cantaram juntos!

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Em seguida a banda não parou não, continuaram com a animação na música Galera da Laje e pra finalizar chamaram todos para subir no palco, inclusive a Banda Uó e a Preta Gil. Cantaram e dançaram a música que faz mais sucesso: Velocidade do Eletro e foi bem divertido. Detalhe: O jeito que a Keila treme os ombros me deixou de boca aberta e até hoje eu tento chegar ao nível dela, rs.

Vale lembrar que, assim como eles foram pontuais na hora de entrar, eles terminaram o show bem na hora, um pouquinho antes da 00h00, o que ajudou muito já que a maioria dependia do transporte público para voltar pra casa. Apesar da noite ter sido muito boa, infelizmente sempre tem um pra causar algum tumulto. No finalzinho do show um cara subiu no palco e mostrou a bunda – sim galera, a bunda! Pode parecer engraçado, mas depois o clima ficou bem pesado entre ele, os amigos dele e os seguranças. Mas fui embora logo em seguida e não sei o desfecho da história. De qualquer forma, foi uma noite memorável.

Fotos: Facebook Banda Uó e Gang do Eletro.

Agradecimentos: Cine Joia e Agência Lema.