Exposição conta a trajetória feminina no esporte no Museu do Futebol

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Patrocinada pelo Itaú Unibanco, “Contra-Ataque! As Mulheres do Futebol” estreou ontem (28), às vésperas do Mundial de Futebol Feminino

O Museu do Futebol– instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – abre suas portas para a mostra CONTRA-ATAQUE! As Mulheres do Futebol. A exposição inaugurada ontem, no dia 28 de maio, a poucos dias do início do campeonato feminino na França, e vai até o dia 20 de outubro.

No jogo de futebol, o contra-ataque ocorre quando um dos times recupera a posse da bola e avança rapidamente em direção ao gol, sem deixar espaço para a armação da defesa do time adversário. Tal jogada, que sempre desperta atenção e emoção das torcidas, é a metáfora escolhida para narrar a trajetória das mulheres no esporte.

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Geração 501® ocupa as quatro regiões da cidade com talks, exposições e shows

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Foto: Jr. French

Levi’s se une a transformadores para realizarem eventos que dialoguem com a cidade durante o mês de abril e a celebração final acontece com grande evento no CCSP com shows de MC Tha, Jaloo, Tássia Reis e Letrux

Durante o mês de abril, as quatro regiões de São Paulo – Leste, Oeste, Norte e Sul – serão ocupadas pelo projeto Geração 501®, da Levi’s®, com atividades totalmente gratuitas. Oito transformadores culturais trabalharão em dupla para realizar uma programação democrática, inclusiva e coletiva que envolve palestras, exposições, oficinas, exibições de documentário e atrações musicais de artistas que fazem parte da comunidade.

Em todas as regiões haverá a “Levi’s® Tailor Shop”, onde as pessoas poderão modernizar suas peças de roupas. Para representar os quatro pilares da marca, Free Love (liberdade de expressão e gênero), True Equality ((direitos igualitários e respeito às diferenças), Real City (cidadania, democracia e integração) e Green Future (atitudes sustentáveis, redução de impactos), oito co-criadores foram convidados para, além de expandirem suas ideias, desenvolverem histórias artísticas, inspiracionais e culturais junto à comunidade de regiões afastadas.

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Luzescrita: exposição está na reta final no Espaço Cultural Porto Seguro

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Público tem até 30 de julho para conferir obras assinadas por Arnaldo Antunes, Fernando Laszlo e Walter Silveira em São Paulo

Cerca de 60 obras, entre vídeos, objetos, fotografias e instalações, que transformam poemas em imagens e versos em luz estão disponíveis para visitação no Espaço Cultural Porto Seguro. As peças da “Luzescrita” são assinadas por Arnaldo AntunesFernando Laszlo Walter Silveira e estão em cartaz até o dia 30 de julho, de terça-feira a domingo com entrada gratuita.

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O projeto nasceu no início dos anos 2000, a partir de uma ideia do Fernando Lazlo em traduzir literalmente a palavra fotografia por meio dos poemas de Arnaldo e Walter. Primeiro, as palavras foram escritas com luz por meio de materiais como pólvora, lâmpadas e metal. Em seguida, foram fotografadas por Fernando, completando a metamorfose.

“Luzescrita” é resultado de um trabalho de 15 anos e foi apresentada pela primeira vez em Salvador. Já passou por cidades como Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Vila Nova de Cerveira, em Portugal e agora culmina em São Paulo, cidade natal dos artistas. Inicialmente, o resultado dessa parceria seria apenas um livro de fotografias. Mas o curador Daniel Rangel viu o potencial de transformar o projeto em uma mostra, que revela também os bastidores por trás das imagens.

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Memorial da América Latina reproduz Castelo Rá-Tim-Bum

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Para comemorar o aniversário de 28 anos, o Memorial preparou uma megaprodução do nostálgico programa da  TV Cultura e que promete emocionar adultos e crianças

Lembra que maravilha era os anos 90? A gente ia pra escola, brincava por horas, não se preocupava com os boletos, a maior dúvida era escolher se pintava o desenho de verde ou azul e a gente não via a hora de chegar em casa e poder ver desenhos. A TV Cultura, era o canal da TV Aberta que trazia mais opções para os pequenos. Entre Glub-Glub, Mundo da Lua e X-Tudo, uma das atrações mais esperadas era o Castelo Rá-Tim-Bum. O universo criado por Flávio de Souza e Cao Hamburguer, chamava a atenção pela inovação e conteúdo educativo, que em apenas 90 episódios foi eternizado na infância dos brasileiros. Continuar lendo “Memorial da América Latina reproduz Castelo Rá-Tim-Bum”

Operárias da Guerra e surgem as primeiras pin ups!

“Madalena” traz acervo inédito de fotos para o Brasil

Sou uma admiradora assumida das pin ups (não sabe do que se trata? clica aqui), por isso, quando vi a chamada sobre a exposição “Operárias da Guerra – Razões e Encenações”, fiquei louca para conhecer. 
Cheguei ao “Madalena Centro de Estudos da Imagem” no fim de uma tarde e fui muito bem recebida pela dona do local, simpática e prestativa. O lugar tem uma carinha de aconchegante, pelo interfone eu disse que tinha vindo conferir a exposição e vieram com sorrisos até a porta.
O “Madalena” dá cursos, workshops e outros eventos relacionados à fotografia, além de reunir gente bonita e elegante.
A exposição é relativamente pequena, porém, só de saber que estava de frente com fotos inéditas de operárias da indústria bélica durante a 2ª Guerra Mundial, meus olhos já se encheram! Isso porque, enquanto os maridos, pais e irmãos lutavam na guerra, as mulheres tiveram que arregaçar as mangas – literalmente – e tomaram os postos até então ocupados apenas pela ala masculina.
O acervo inédito no Brasil tem 70 anos e pertence a Biblioteca do Congresso Americano que guarda até hoje as fotos que eram usadas para estimular as mulheres a ir pro batente.

Pintura de insígna em avião. Corpus Christi, Texas (1942).


Montagem do motor de bombardeiro B-25 na North American Aviation, Inc. Inglewood, Califórnia (1942).
Trabalhadora na Vultee Aircraft Corporation. Teenessee, Nashivile (1943).
É algo de se refletir, afinal, após 7 décadas é incrível o quanto alcançamos, sempre com a mesma delicadeza e capacidade de ser “multi”. Até porque cuidar da casa, das crianças, trabalhar e ainda se manter linda, não é pra qualquer tipo de sexo – que dirá pro frágil.

Então, quando tudo der errado, não der tempo de terminar aquele relatório, sente-se, porque ser “mulher-polvo” o tempo todo cansa. E como diz o novo manifesto da revista TPM: “faça amor, não faça hora extra!”.

O espaço é muito bonito e organizado, às vezes você não sabe se está no curso ou em casa, um daqueles locais que você entra e não quer mais sair. O ambiente vive e respira fotografia, então fotógrafos de plantão fiquem atentos aos eventos! Quer dar uma turbinada na sua faculdade? Deseja aulas mais práticas? Então, Madalena foi feito pra você.
Vá conhecer e se apaixonar também!
 
Ahh, lá eles vendem livros e entre várias obras lindas, encontrei essa, que fez o coração bater forte e o bolso chorar por não ter dinheiro pra trazer essa beleza pra casa:
Livro de fotografias da Frida Kahlo. Aceito de presente, muito amor! ♥
NÃO POUPE-SE DE VISITAR:
O que? Exposição “Operárias da Guerra”
Onde? Madalena Centro de Estudos da Imagem – Rua Faisão, 75 – Vila Madá.
Quanto? R$0 dinheiros!
Até quando? Até dia 12/5 (CORRE!). Ahh, o Centro fica aberto de segunda a sexta das 10h às 18h.
 
Fotos: Aline Paz e Reprodução do Facebook

Matilha Cultural – Farejando cultura!

       São Paulo é uma cidade que abriga cerca de 19 milhões de habitantes, sendo então, o maior mercado do comércio do país, onde acontecem 70 mil eventos por ano. No coração da cidade, mais especificamente no Centro, próximo ao metrô República está a Matilha Cultural. O centro cultural é independente e sem fins lucrativos, lá o visitante encontra a união entre arte, comunicação, ativismo e ainda pode levar seus animais domésticos, isso porque os cachorros são bem vindos em todas as áreas do espaço. O conhecimento pertence à todos, por isso todas as atividades que acontecem na Matilha são gratuitas ou cobradas a preços populares. Os eventos são abertos, tanto para o público e para os animais também.

A Matilha está aberta de terça à domingo, das 12hrs até às 22hrs e é divido em três andares. O subsolo é separado em dois ambientes: a galeria de arte e o café. Na primeira área são recebidas diversas exposições e intervenções que tenham alguma ligação sociocultural ou ambientalista. Os mesmos artistas que expõem o trabalho nesse espaço, também oferecem uma oficina aberta para o público. Isso serve para compartilhar o conhecimento, que é uma das ideias centrais do coletivo de profissionais que formam a instituição. Até o dia 12 de maio é possível conferir a mostra Get Shot que retrata parte da história do movimento punk ao redor do mundo, a abertura da exposição contou também com shows de bandas da cena. Já na segunda parte do subsolo fica o café, onde são servidas bebidas e comidinhas veganas, orgânicas e sem transgênicos. Todos os dias às 19hrs acontecem “happy hour” e vai até às 22hrs para que o público consiga voltar para casa de transporte público.

Com a ideia de compartilhar em mente, os idealizadores do lugar fizeram uma biblioteca diferente. Você leva um livro que não gostou ou que queira passar para frente, escolhe um que esteja na estante da biblioteca e leva para casa. Fácil e sem burocracias: trocou, levou. Isso é muito comum em outros países, as pessoas deixam livros em banco de praça, para que outros possam ter acesso à leitura. Ao subir as escadas para chegar às outras áreas, é nítida a preocupação que eles têm com o meio ambiente, afinal as madeiras e tijolos usados na construção da estrutura são reutilizados de demolições, sendo assim, não é usada a madeira que vem do desmatamento da Amazônia. A questão do lixo produzido em demasia também é um assunto tratado com cuidado no centro cultural, com isso, eles dão o exemplo reduzindo a quantidade de embalagens, usam papel reciclado e apoiam as políticas públicas de reciclagem. Dentro da Matilha é possível ver lixeiras para coleta e separação do lixo.
Já no segundo andar fica a arena, um dos lugares mais versáteis de lá, isso porque lá podem acontecer diversas atividades como: encontros, debates, shows, workshops e também gravações para entrevistas e vídeos. Para fechar com chave de ouro, o terceiro andar é o ambiente especial para os amantes da sétima arte. O Cine Matilha Cultural é aconchegante, tem 68 lugares, 2 para cadeirantes e os animais também são bem vindos por lá. O conteúdo tem sempre o intuito de criar discussões e debates políticos sobre meio ambiente, direitos humanos, direito animal. Esse mês está em cartaz o aclamado longa nacional “O Som Ao Redor”, de Kleber Mendonça e a entrada é franca. O intuito da Matilha é sempre despertar o interesse para debates, não importa em qual área estejam.

O carinho pelos animais não poderia ficar de lado, além do acesso livre, eles ainda ajudam os pets a encontrar um novo lar. A feira de adoção que acontece todos os domingos ao meio dia. É uma feira diferente, porque os animais ficam soltos, assim a pessoa que vai vir adotar já conhece como é o comportamento do animal. O princípio da Matilha Cultural é ser política, mas apartidária e a ideia é resistir e “re-existir”. Ser independente no Brasil é difícil, mas para garantir sua sustentabilidade financeira, eles buscam patrocínios institucionais e de projetos, participam de editais e locam suas instalações para eventos privados.


SERVIÇO:
Local: Matilha Cultural – Rua Rego Freitas, 542
Entrada Franca
Horário: das 12hrs às 22hrs

Fotos: Reprodução.

Arte no muro! #DiadoGrafite

Grafite feito no viaduto Okuhara Koei
Hoje, 27 de março, é comemorado o dia do Grafite e não há nada mais paulistano do que uma boa e velha pintura nos diversos muros da cidade. A palavra grafite, vem do italiano graffiti, que é o nome dado às inscrições feitas nas paredes desde a época do Império Romano. 
Durante muito tempo a arte de rua sofreu grande preconceito diante da sociedade e era tachada como coisa de vagabundo. Porém conquistou o seu espaço e hoje eles fazem parte da decoração de diversas cidades espalhadas pelo mundo.Diferente da pichação – que nada mais é do que nomes rabiscado – ele é mais elaborado, cheio de cores e os artistas simpatizantes dessa prática criam desenhos incríveis. 
Na cidade de São Paulo não é necessário andar muito pra se deparar com um desenho mais bonito que o outro, além de conter diversas críticas, muitas vezes contra o governo.
Pioneiro na área, o paulistano Alex Vallauri espalhou a moda na década de 80 com seus desenhos de feitos por estêncil. E é justamente por conta dele, que hoje é declarado o dia dessa arte, pois Vallauri morreu há 26 anos vítima da AIDS.
Nos dias de hoje, um dos mais reconhecidos da cena é o grafiteiro Eduardo Kobra. Com mais de 50 obras pela cidade, ele acaba de inaugurar sua homenagem à Oscar Niemeyer na lateral do edifício Ragi, bem no início da Avenida Paulista. 
Trabalho de Eduardo Kobra em homenagem ao falecido arquiteto Oscar Niemeyer
Obra do falecido Vallauri, pioneiro na cena do grafite de São Paulo
E você, gosta de grafite? Fotografe a sua arte favorita e manda pra gente! As melhores fotos serão postas na fan page do blog! 

“A arte deixou de ser algo que instrui e a moda deixou de ser algo que intimida.”


Ah como eu estava com saudades deste blog e de todos vocês. Sim, mereço um tapa na cara pela minha ausência, mas quando a mente não funciona o melhor é deixar de lado. Mas estou me esforçando para estar cada dia mais presente no “Não Me Poupe”, que é o meu espacinho de ideias! E pra não fazer feio, meu pedido de desculpas vem acompanhado de uma boa dose de Arte e Moda que juntas, se transformaram numa exposição maravilhosa chamada MOVE! 

MOVE! É uma exposição que traz a liberdade de expressão da arte em formatos de instalações e performances de estilistas conceituados. Quê? Como? Quem? Calma que até conferir de perto essa obra deliciosa eu também não tinha entendido muito bem como funcionava, mas depois foi só amor

Esta exposição foi feita no Sesc Belenzinho (que beleza de lugar!) e logo quando você entra nela, você se encanta com a simplicidade em que ela é exposta. Vários panos, das cores branco e vermelho, caem do teto seguidos com as letras M, O, V, E e !. Nas laterais, temos 6 telões e 6 vitrines expositoras mostrando o trabalho dos artistas. E isso é só na entrada, porque quando você entra…

 Telões com releases dos artistas


Quando você entra num corredor apertadinho dá de cara com quatro stands:

– Graficouture: Oficina que mostrava a relação entre o grafite e a moda e era aberta para que o público (ou melhor, aqueles que se inscreveram) grafitassem as telas de tecidos e em seguida utilizassem os cortes do estilista Lourenço e confeccionassem suas próprias roupas. Bacana né? 

– The Big Picture: Não vi quase nada desse stand porque a proposta era ao ar livre e infelizmente estava chovendo, mas me contaram como funcionava! Lá eles tinham umas túnicas coloridas, feitas pelo estilista Dudu Bertholini e o público as vestia e depois iam lá fora colar adesivos numa superfície de madeira. As túnica eram bem divertidas, não dava pra sair lá fora, mas dava pra tirar foto com elas. *-* 

– Splash: Na minha opinião, o stand mais divertido da exposição já que quem se inscrevia levava um banho de tinta!! A proposta era a seguinte: Transformar peças de roupas lisas em uma linha de roupas estampadas, conforme a tinta ia caindo as cores iam se misturando e transformando o tecido liso. Depois da exposição (e depois de seco, claro) a pessoa podia levar sua roupa pra casa.

– Pose: Já imaginou ser uma estampa de roupa? Pois é, eu também nunca tinha pensado nessa possibilidade rs, mas essa é a proposta dePose”. O público participante era fotografado em poses precisas, usando roupas selecionadas na hora e no final de cada dia o artista inseria as fotos em um painel de estampas. O resultado era bem diferente

Teve outras atrações que eu não consegui porque infelizmente peguei essa exposição bem no finalzinho já que ela vai até amanhã, 19/03 (todos choram D: ), mas quem puder ir ela acontece a partir das 11h00 e vai até às 21h30! E aproveito pra dizer que o Sesc Belenzinho é um ótimo lugar, vocês vão adorar!

Pedido de desculpas aceitas? rs. Confiram as fotos amadoras que minha amiga Sara Ferrari tirou quando nós fomos.   

 Oficina Graficouture, lá no fundinho você consegue ver as roupas já prontas!
O painel de madeira da oficina The Big Picture, divertidíssimo né? 
Os corajosos da oficina Splash que tomaram um banho de tinta!
Algumas estampas da oficina Pose. Eu adorei e vocês?

Uma noite, ops, tarde no museu. MIS!

Se tem uma coisa que cura todas as dores do coração, é uma tarde com os amigos. E nada melhor que visitar um lugar que você nunca tinha ido, foi assim que chamei o Ed e a Dê pra visitar o MIS – Museu de Imagem e Som ontem (16/11), minha motivação inicial era para ver o livro instalação da escritora Fernanda Young, que eu sou fã há tanto tempo, mas quando eu cheguei lá me deparei com um espaço lindo e cheio de coisas interessantes!
Logo na entrada já me deparei com a Caixa de Cinema. Juro que tinha visto a foto no site e nem tinha dado atenção, mas é fantástica! O projeto consiste na  primeira Jukebox de cenas instalada numa exclusiva cabine de exibição, que remete à atmosfera glamourosa das antigas salas de cinema. Imagina se eu, adoradora do retrô, não me apaixonei?
Detalhes (lindos) da Caixa de Cinema do MIS!
Mas a atração principal era a exposição da Fernanda Young, A Louca Debaixo do Branco. Na verdade é um livro-instalação da obra que leva o mesmo nome. Há tempos me identifico com os textos dela, e a exposição me emocionou muito. Fernanda se mostra como uma noiva perturbada com as questões do amor e encarna várias facetas de noiva: melancólica, sem nome e até a virgem. Um dos lugares que mais gostei, é onde tem uma grande biombo e você colocar um fone (que toca uma música também perturbada), e olha por um buraco. Nesse buraco você encontra uma tv, onde passa um filminho editado divinamente por Alexandre Machado, em outra sala, é possível participar de um bate-papo e responder as perguntas que a própria Fernanda deixou, muito legal! Confira as fotos!


Diferente da instalação da Fernanda, a exposição Mulheres do Brasil organizada pelo Governo de São Paulo deixou a desejar. Pelo nome, imaginei fotos de mulheres com a cara do nosso país, batalhadoras e poderosas. Porém, encontramos fotos de modeletes, magrelas e que mais pareciam pertencer a uma propaganda de loja de sapatos. E mais duas que valem a pena conferir é A Nova Fotografia de Gorlovka e a Arte e Cinema Pelos Posters que é uma mistura de posters originais e releituras muito interessantes!

A Nova Fotografia
Ficou curioso para ver tudo de pertinho? Corre lá no MIS que é tudo barato, R$4,00 (inteira) e R$2,00 (meia). A cultura à preço de banana e ao alcance de todos!