6 clipes de bandas nacionais para assistir ainda hoje

Design sem nomeA cantora e compositora Tássia Reis acaba de revelar “Ansiejazzprimeiro single do seu aguardado novo disco patrocinado por Natura MusicalDisponível em todas as plataformas digitais, canção traz um neo-soul cheio de climas e camadas envolventes, incluindo um quentíssimo solo de sax. Erykah Badu e Hiatus Kayote são algumas das referências para esse som. Acompanhando a estreia, um videoclipe assinado por Camila Tuon e Marcela Tissot já está no ar. Com ambientes diferentes, mudanças de figurino, maquiagem e arte, Tássia Reis surge intensa, apaixonada e sensual. Todas as imagens dividem-se entre o Teatro Centro da Terra e o Bar Buraco, ambos em São Paulo.

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Em Final dos Tempos”, Emicida relata a dualidade entre o bem e o mal e situações que acontecem na véspera de um “salve-se” quem puder sendo tratadas como um dia qualquer. A canção e clipe foram inspiradoa na série Good Omens, que estreou no Amazon Prime Video, no último dia 31 de maio, e se baseia no livro de Terry Pratchett e Neil Gaiman.

“Sou fã do Neil Gaiman. Conheci o trabalho dele através de ‘Sandman’, depois vi muitas outras coisas. Tem um discurso lindo dele sobre fazer boa arte que até virou livro. Sem falar em ‘American Gods’, que é um romance incrível”, conta Emicida. “Ter a oportunidade de colaborar para um projeto junto dele, mesmo que à distância, é o sonho de qualquer nerd, devo essa pro Prime Video”, completa.

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Depois de três discos intensos e românticos, Lucas Guido mergulha numa nova fase com a música “DM (Mensagem Indireta)”, lançada pela Boia Fria Produções. A nova música, fruto de um processo diferente dos seus trabalhos anteriores – dessa vez, sem banda e representando um Guido mais maduro e centrado –  é um relato sobre mensagens de internet e passa pelos processos conhecer alguém, discutindo as relações contemporâneas. “De repente você vê que tá se atrapalhando, fica ansioso, manda mais mensagem que deveria, antecipa etapas”, conta Guido.

O uso do Instagram vai além do envio de mensagens para a crush: juntamente com a música, Guido preparou também um clipe sensível e intimista na vertical. Confira a proposta: assista aqui.

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PARAFUSO SOLTO :: ponto morto”, música do recém-lançado disco RASGACABEZA, da francisco, el hombre, é um grito. Não de desespero, mas de tomada de consciência. Surgiu em um momento em que os integrantes Juliana Strassacapa e Mateo Piracés-Ugarte estavam com dificuldades de lidar com as próprias emoções. Pensando no longo período em que tentaram esconder certas tristezas, entenderam que precisavam colocar o nó de pânico na garganta para fora. Agora, a música acaba de ganhar um videoclipe (assista aqui) que abre um diálogo sobre depressão, ansiedade e pânico.

“O sentimento representado no clipe é tenebroso, mas é parte de mim. Foi só a partir do momento em que consegui assumir isso que eu entendi pelo que eu estava passando”, conta Mateo. Muitas vezes, a francisco, el hombre recebeu mensagens de fãs que pediam que o grupo fizesse músicas sobre depressão e, aos poucos, os integrantes perceberam a necessidade de falar sobre o assunto.

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Eita, baby” é o primeiro single do próximo disco de Marina Melo e acaba de chegar aos aplicativos de música (ouça aqui) e também ganhou um videoclipe no YouTube (assista aqui). Composta por Marina Melo em parceria com outros expoentes da música brasileira, no caso Giovani Cidreira, Jadsa Castro, Marcelle, “Eita, baby” tem pinceladas de um pop dançante. “Um dos objetivos do meu próximo trabalho é o de falar mais do ponto de vista de ‘nós’ e de ‘mim’ em vez de esbravejar contra um ‘você’”, diz a artista paulista.

O videoclipe dirigido por Laís Aranha vai de encontro com a ideia da canção. Com um quê de color block no conceito, o registro audiovisual brinca com supostas “cagadas voltando atrás”, seja ela um copo ou uma bexiga cheia de água caindo no chão. Os quatro compositores de “Eita, baby” também aparecem em cena. “Quando estamos no chão em um clima íntimo e amoroso, é como se revelássemos o outro lado da música: o afeto”, explica Marina.

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A vida para quem nasce na periferia de Brasília não é fácil, mais ainda para uma mulher. O clipe de Sangue Nordestino da banda brasiliense Centropia mostra uma jovem na correria do dia-a-dia, com seus amores, sua profissão, e acima de tudo sua liberdade. Criada numa perspectiva masculina e com os diretores também homens, Tiago de Aragão (direção e criação do roteiro) e Alexandre Magno (diretor de fotografia), a ideia foi desconstruir a canção e trazer um clipe com a visão feminina. A personagem principal é uma mulher forte, independente e decidida.

“Fiquei muito feliz em poder fazer um clipe dessa música. Foi a primeira que escrevi, com uma visão bem prosaica dos migrantes nordestinos em Brasília. A linguagem do brasiliense é bem calcada na cultura nordestina”, conta Lauro, autor e intérprete da canção.

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