Dica do dia: “A Todo Pano”

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Segunda incursão literária do compositor Vitor Isensee chega ao mercado

Vitor Isensee é um artista multimídia. Seu segundo projeto literário, “A Todo Pano” (Editora Multifoco), acaba de chegar ao mercado. Lançado na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em setembro deste ano, Vitor fez sua estreia como autor literário em 2012, com o livro “Vivas Veredas”, também lançado pela Multifoco.

O título é uma expressão náutica para designar potência e velocidade. “Nenhum barco foi feito para estar ancorado. É preciso ir ver e viver. As tempestades, as calmarias, as outras embarcações, os ventos contra e a favor”, como descreve o autor. Ilustrador canhoto, durante o processo de escrita do novo livro, Vitor Isensee percebeu que suas ilustrações naquele período também dialogavam com as 63 poesias do projeto que nascia. Seus desenhos, sempre em preto e branco, formam um mosaico visual das questões humanas que investiga nos textos. “A Todo Pano” é uma obra recomendada aos que se interessam por poesia e artes visuais; mas, sobretudo, àqueles que tem interesse em sondar a fundo a aventura de estar vivo, de maneira visceral e sincera.

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Nas palavras do autor: “Estão aqui questionamentos e reflexões íntimas que dizem respeito a todos, ou, pelo menos, a muitos de nós. Quando a vida rima, e quando a vida não rima.” Vitor Isensee iniciou sua carreira no cenário artístico em 2001, através da música, como cantor, compositor e um dos fundadores da banda Forfun, sucesso de público em todo o Brasil, que fez sua última turnê em 2015, marcando o fim da jornada do grupo.

No primeiro semestre de 2016, o músico anunciou sua nova banda, Braza, que lançou seu homônimo álbum de estreia e já vem percorrendo as principais cidades do país com seu novo show. A inquietação artística, somada às indagações do autor sobre a vida, metafísica, Deus, drogas, casamento, moral e sociedade, resultaram no apanhado de poesias ilustradas que forma esta obra. Ao contar sobre triunfos, tragédias e glórias, o livro traz um título adequado à sua mensagem fundamental: lançar-se ao desconhecido, ao futuro incerto, às experiências das quais ninguém escapa.

“Quando o vento soprar (e ele sopra), abriremos as velas para que nossos barcos sigam seu maior propósito: Navegar. A Todo Pano!”

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