Show da Céu

Olá, pessoal! Tudo bem? Esse último fim de semana foi tão lindo! Fiz muita coisa, vi muita coisa e ao longo da semana vou compartilhar com vocês um pouquinho de tudo, ok? Sei que eu deveria ser mais rápida nas postagens, mas às vezes fica corrido mesmo! 
No domingo (20) fui cobrir o show da maravilhosa cantora Céu. Já tinha visto uma apresentação dela em 2010 lá no Centro Cultural da Juventude, após ela ter lançado o seu segundo CD Vagarosa. Três anos mais tarde e com mais um filho, quer dizer, disco na bagagem, tenho o reencontro com ela, muito mais madura e segura.
A apresentação dessa vez aconteceu no Teatro Paulo Autran, dentro do SESC Pinheiros (sim, no mesmo local que foi o show da Zélia no começo do mês). Como já havia dito, o local é ótimo, espaçoso e tem uma acústica boa. Dessa vez fiquei embaixo, na fileira J, então vi tudo bem de pertinho. Céu entrou com um vestido de paetê que horas pareciam pretos, horas verdes. Pra compor o look, ela colocou um chinelinho simples, apesar do vestido de festa. No microfone uma rosa vermelha e para terminar de enfeitar o visual, os cabelos cuidadosamente cacheados. Parecia outra Céu, mas com a mesma alma de menina.
A turnê é a Caravana Sereia Bloom, mesmo nome que leva seu novo disco, lançado no ano passado, por isso, ela começou cantando as músicas desse novo trabalho como Baile da Ilusão e You Won’t Regret It, mas claro que não deixou de cantar seus sucessos como Cangote, Malemolência e Lenda.
E foi bem ao meio de “Seu nome na boca do sapo, sua boca…” que a luz se apagou de repente. À princípio, achei que era algum efeito do espetáculo, mas não havia acabado a luz não só do Teatro, mas também da região! 
Fazer feio? Jamais! Céu estava ali como uma verdadeira rainha e a platéia continuou cantando o verso de Lenda, seguido por palmas incansáveis. Ainda sem luz, uma turma puxou o coro de Bubuia, pois é, a energia que a cantora passa é tão boa, que ninguém quer parar de curtir.
Menos de 10 minutos depois, a luz estava de volta e ela também, que prosseguiu a apresentação. Não demorou para chamar o mestre da música brasileira, Luiz Melodia. O cantor chegou a dizer que os dois estavam “namorando musicalmente”, afinal, desde que se encontraram, cantavam músicas juntos. E dividiram a canção Magrelinha de forma fenomenal, que até arrepiou.
Céu se despediu, mas claro, o público não aquietou até ela voltar e fazer aquele bis clássico! Foi então que cantou a minha mais nova paixão musical Chegar em Mim e a deliciosa de dançar Concret Jungle. Falando em dançar, esse foi o único ponto negativo do show: como era teatro, todo mundo estava sentado e show da Céu é pra se acabar de dançar, lavar a alma. Imagina um espetáculo desses na Choperia do SESC Pompéia (um dos meus lugares favoritos pra esse tipo de evento).

As fotos que ilustram esse post são do fotógrafo Rafael Barreto, que foi super simpático e deixou que eu usasse essas imagens aqui no blog. Pra conferir mais do trabalho do Rafa, clica aqui.

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