Amor e Outras Drogas…

Sábado a tarde, fui ao cinema e para a surpresa de muitos, não assisti o “Cisne Negro”, e sim “Amor e Outras Drogas”(Love and Other Drugs)! Uma comédia romântica um tanto diferente, por isso acho que eu gostei tanto! Saí daquele clichê de amorzinho meloso, para um amor real, sem falsidades e declarações de amor antes de tudo. Não, esses clichezinhos não são vistos no mais novo filme do diretor Edward Zwick!
A história se passa no final dos anos 90, mostrando a vida de Jamie Randall (Jake Gullenhaal), um atraente vendedor de aparelhos eletrônicos, que consegue não só uma boa parte das vendas da loja, como também as clientes! Por consequência dessa característica é mandado embora então resolve ganhar a vida vendendo remédios para a Pfizer, uma grande empresa de antibióticos, onde os vendedores ganham um bom dinheiro passando essa mercadoria para médicos da cidade e do mundo!
Mas ninguém disse que essa missão seria fácil, pois a concorrência desses medicamentos no mercado é muito grande, e os vendedores fazem de tudo para conseguir bater a meta, como de costume na área de vendas. 
E é em uma dessas tentativas que Jamie conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway)uma linda jovem de 26 anos, mas que é vítima do mal de Parkinson. No começo todos e até mesmo Jamie acham que a doença de Maggie é psicológica, mas depois de um tempo perto da moça ele percebe que ela realmente tem sofre muito com a doença precoce.
Maggie leva uma vida sentimental bem aberta, não se prende a ninguém. Gosta de fazer sexo, e foge quando o relacionamento começa com a rotina de namoro/casamento, ou seja, ligações, acordar ao lado da pessoa e sair muitas vezes por semana juntos. A moça morre de medo de ouvir um “eu te amo”, e isso acaba deixando Jamie um tanto triste, pois parece estar apaixonado por ela.
Só quando Jamie começa a conhecer o lado ruim da doença da moça, e prestar mais atenção em tudo o que se passa a sua volta, é que ele acha um maneira de conquistá-la. 
O filme além de romântico mostra em pinceladas leves, como o mercado farmacêutico muitas vezes cria males nas pessoas para vender mais e mais, apesar de serem cenas suaves, para bom entender, meia palavra basta.
Se eu já era fã da atriz Anne pelos trabalhos que ela fez em O Diário da Princesa (sim, eu ainda tenho esse lado teen dentro de mim *0*), imaginem agora com esse trabalho SUPER adulto? ADORO! Está linda como sempre! 
Uma boa curiosidade do filme, é que o livro “Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman”, de Jamie Reidy, serviu de ponto de partida, para o desenrolar da trama, pois diferente do livro, o filme tem esse par romântico lindinho! Vale a pena conferir e ainda está em cartaz nos melhores cinemas, que é muiiito mais legal pra ver!

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